sábado, 9 de maio de 2009
Reflexões biológicas
Sempre me disseram que eu deveria lutar contra os meus problemas para transformá-los em vitórias... E, hoje, eu sei que é de um agente invasor que surge uma pérola!
domingo, 3 de maio de 2009
Possessividade
Depois de fechar os olhos, percebi que a única coisa que é realmente minha são os sonhos. E isso ninguém me tirará!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Vai uma coxinha?
Descobri que o bom mesmo não é não ter nada para fazer, e sim ter tudo para fazer e não fazer nada! Um belo jeito de começar um feriado não?
Foi exatamente assim, por alguns momentos me esqueci que preciso estudar algumas matérias perdidas, ao invés disso, comecei meu dia assistindo o jornal da manhã, depois acompanhei, emocionadamente, com a Ana Maria Braga os 15 anos da morte do inesquecível Airton Senna, dei uma volta no quarteirão com a Milly e para encerrar a manhã com sucesso: fui em família ao Tak Bar! (Como nos velhos tempos)...
Que tal visitar a casa da vovó a tarde?
quinta-feira, 30 de abril de 2009
A cura
Ontem, as 'dores vulgares' fizeram-me acordar chorando de madrugada e sem pensar duas vezes, mandei uma mensagem ao meu pai. Resumindo o conteúdo, eu dizia: "Não aguento mais ficar sozinha". Em seguida, meu celular tocou, uma voz de sono lamentava a minha dor e ficava ainda mais triste por não poder fazer nada naquele momento! Porém como todo coração de pai, a solução foi colocar-me em seus braços o mais rápido possível... Pediu para que eu pegasse o primeiro avião e ordenou o que eu tanto queria ouvir: "Venha para casa!"Entre as minhas lágrimas, surgiu um sorriso tímido... Passei o resto da madrugada arrumando uma mala toda improvisada e bagunçada, mas era a melhor mala da minha vida.
Durante os 48 minutos de viagem, eu olhava as nuvens, imaginava desenhos, admirava os campos de plantações e percebia o tanto que somos frágeis diante de uma imensidão... Eu lembrava da minha infância, idealizava a época em que eu não tinha problemas, ou melhor, até os tinha, só que alguém sempre os resolvia para mim... O passarinho procurava o ninho, voltava ao passado, sorria!
O reencontro, o abraço forte, a vontade de chorar... Sim, eram meus pais cuidando de mim. A partir daquele instante, tenho certeza que já comecei a me curar. Mesmo assim, a primeira pessoa que procuramos foi meu médico... E que alívio que senti ao ouvir a segurança dele me dizendo o que eu tinha –era mesmo agudo - e garantindo que depois de ‘mais uma injeção’ e alguns remedinhos estaria melhor!
E foi exatamente assim, depois de três noites em claro, eu durmi tranquilamente e acordei bem melhor!
Tenho certeza que a melhora não veio apenas por causa dos remédios certo, mas também por causa do amor, bem perto, bem quente, bem família.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Sem remédios
Já repararam como a vida tem mania de pegar a gente de surpresa? Infelizmente, as vezes, essa surpresa é negativa.. Gostaria muito de entender esses mistérios, mas quem sou eu para compreender certos absurdos se não entendo nem porque estou aqui? Esses dias uma inflamação me encontrou! Maldita, justo eu que estava tão quietinha, escondida do frio e sem fazer mal a ninguém... Mesmo assim, 'páá', lá estava ela tomando posse do meu sistema imunológico, atacando aos poucos, sem piedade, tirando de mim o prazer de comer e trazendo a dor! E que dor.
Sou forte, fui resistindo... Só que, então, tudo desaba. Ela me trouxe também a vontade de gritar o que sempre me curava: MÃE. Meu eco e de resposta um vazio. Tentei outro remédio que também funcionava: PAI. E, mais uma vez, nada! E agora? O que fazer? A quem recorrer? É, eu estava mesmo sozinha. Eu teria que 'me virar'. Porém antes da coragem de sair dos meus endredons, veio a nostalgia, nostalgia, a nostalgia veio! Lágrimas, suspiros, mais dor e então aconteceu pela segunda vez em menos de um mês: uma vontade de desistir! É, sei lá, de arrumar minhas malas, pegar o primeiro ônibus e 'voltar para casa', e ficar!
Agora entendo o que são as mudanças, um dia o que era festa acaba, a rotina chega, a saudade aumenta... E lateja, lateja, lateja...
Sinto-me como um pássaro que aprendeu a voar, foi conhecer o mundo que ele tanto idealizava, e um belo dia quebrou as asas, tentou procurar seu ninho e quando chegou bem perto dele, pensou 'será que estou grande demais para caber ai?'... e completou 'mas ainda sou tão pequeno para o mundo'.
... e que mundo!
sábado, 28 de março de 2009
Lista
Poderia chamar de 'meta' tudo aquilo que eu sonho e luto para que se concretize... Esses dias resolvi colocar no papel todas essas metas, afinal já estava difícil guardar apenas na cabeça e para não correr o risco de deixar a vida sem viver todos os meus sonhos, resolvi lista-los!
Estou longe do fim, acredito que nunca pararei de escrever novas linhas sobre lugares do mundo que eu pretendo conhecer, matérias que eu pretendo estudar, vestibular, carreira profissional, construções, carros, doações, fotos, danças, festas, baladas, casamento, família...
A cada meta concretizada eu risco!
Talvez não conseguirei realizar todos esses objetivos, porém o simples fato de ter vontade de fazê-los já me deixa feliz... Se eu partir sem terminar de riscar a minha lista, partirei sorrindo, porque tenho a certeza de que pelo menos comecei.
Estou longe do fim, acredito que nunca pararei de escrever novas linhas sobre lugares do mundo que eu pretendo conhecer, matérias que eu pretendo estudar, vestibular, carreira profissional, construções, carros, doações, fotos, danças, festas, baladas, casamento, família...
A cada meta concretizada eu risco!
Talvez não conseguirei realizar todos esses objetivos, porém o simples fato de ter vontade de fazê-los já me deixa feliz... Se eu partir sem terminar de riscar a minha lista, partirei sorrindo, porque tenho a certeza de que pelo menos comecei.
sábado, 21 de março de 2009
A adaptação
Confesso que me adaptar em um lugar novo foi bem mais fácil do que eu imaginava... Será que era por que eu esperava uma grande mudança no ritmo de vida e no fim nem foi tão grande assim, ou será que realmente esse deslocamento na adaptação não aconteceu? Independentemente do motivo, foi melhor assim. Na verdade acordar às seis horas, voltar para a casa às treze e ter que preparar o meu próprio almoço parece um grande desafio (já vencido). Durante a tarde, permanecer no mesmo lugar com a cara nos livros (parece ser a parte mais complicada, juro que me acostumei e já nem vejo a hora passar).
Aos fins de semana a difícil escolha é o que fazer, variedades não faltam: entre bares, baladas, cinemas, shoppings, churrascarias, pizzarias, shows, teatros... ufa! E um mundo bem capitalista. Conhecer as ruas dessa metrópole é bem interessante, não apenas pelo fato de descobrir sempre novos lugares, saber aonde vai dar cada avenida como se fosse minha velha cidade, mas também por ver rostos diferentes a cada passo e não um ou dois, muitos. Cada um com seu modo de viver, suas manias, seus olhares, seus rebolados, suas roupas, seus penteados, mundos extremos que se misturam em uma única calçada, o rico e o pobre, o branco e o negro. E ninguém se incomoda com ninguém, são todos de uma mesma raça. Embora o medo algumas vezes atrapalhe essa união, medo de quem mesmo? De perder o que? Dos outros? Ou das nossas? Não importa afinal isso existe em todos os lugares, aqui não seria diferente. Respirar cidade grande é bom, mas sinto falta de um pouquinho de interior, não das coisas, mas de certas pessoas sabe?! Preciso agarrar essa saudade quando encontrá-las e voltar para casa, porque acredito que aqui é meu novo lugar.
Aos fins de semana a difícil escolha é o que fazer, variedades não faltam: entre bares, baladas, cinemas, shoppings, churrascarias, pizzarias, shows, teatros... ufa! E um mundo bem capitalista. Conhecer as ruas dessa metrópole é bem interessante, não apenas pelo fato de descobrir sempre novos lugares, saber aonde vai dar cada avenida como se fosse minha velha cidade, mas também por ver rostos diferentes a cada passo e não um ou dois, muitos. Cada um com seu modo de viver, suas manias, seus olhares, seus rebolados, suas roupas, seus penteados, mundos extremos que se misturam em uma única calçada, o rico e o pobre, o branco e o negro. E ninguém se incomoda com ninguém, são todos de uma mesma raça. Embora o medo algumas vezes atrapalhe essa união, medo de quem mesmo? De perder o que? Dos outros? Ou das nossas? Não importa afinal isso existe em todos os lugares, aqui não seria diferente. Respirar cidade grande é bom, mas sinto falta de um pouquinho de interior, não das coisas, mas de certas pessoas sabe?! Preciso agarrar essa saudade quando encontrá-las e voltar para casa, porque acredito que aqui é meu novo lugar.
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